Satélite-espião 2

Notícia da Lusa:

Remo: Autarca de Montemor-o-Velho nega dívida e chama “mentiroso compulsivo” ao presidente federativo

Montemor-o-Velho, 12 abr (Lusa) – O presidente da Câmara Municipal Montemor-o-Velho, Luís Leal, recusou hoje que o município tenha dívidas à Federação Portuguesa de Remo (FPR), apelidando o presidente da estrutura federativa, Rascão Marques, de “mentiroso compulsivo” e “intelectualmente desonesto”.
“O presidente da FPR é um mentiroso compulsivo e intelectualmente desonesto. A Câmara de Montemor-o-Velho não deve nada à Federação”, disse hoje Luís Leal, em declarações à agência Lusa.
Rascão Marques afirmou hoje que existe uma dívida à FPR que ainda não foi liquidada por parte do Estado português e da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, e por consequência o organismo tem uma dívida com quatro empresas ligadas ao Europeu que se disputou em setembro de 2010.
O dirigente federativo revelou ainda que a FPR foi alvo de um arresto de bens por parte de uma empresa ligada ao Europeu de Remo2010, disputado em Montemor-o-Velho, mas que o mesmo não impede o “normal funcionamento” do organismo que lidera.
“Nós não devemos nada à Federação e temos documentos que provam o que estou a dizer”, reafirmou Luís Leal.
Luís Leal argumentou que a autarquia “não apoiou financeiramente” a organização do Europeu 2010 e que esse papel coube ao Estado, através do Instituto do Desporto de Portugal (IDP), mas disse desconhecer quanto custou a organização do evento.
Segundo dados a que a agência Lusa teve hoje acesso o apoio estatal ao Europeu de Remo totalizou 520 mil euros, que deveria suportar 49,06 por cento do custo total do evento: 300 mil de um contrato-programa assinado entre o IDP e a FPR, a 27 de julho de 2010 e uma “tranche única” de 220 mil euros num aditamento celebrado a 20 de junho de 2011, um dia antes da tomada de posse do atual Governo.
Na justificação para o aditamento ao contrato-programa original lê-se que o “reforço do apoio” ao Europeu 2010 foi “vital” para suportar os encargos com a estrutura e logística da organização “que dados os constrangimentos em arranjar apoios de natureza privada ainda não foram cabalmente liquidados”.
No texto lê-se ainda que o Europeu de Remo teve um resultado de exploração negativo de mais de 456 mil euros e que o reforço do apoio por parte do IDP visava “minimizar” esses prejuízos “de forma a não colocar em causa as atividades regulares da federação e o desenvolvimento do remo em Portugal”.

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