Dívidas à FPR ou dívidas da FPR?

Secretaria de Estado da Juventude e Desporto

Câmara Municipal de Montemor-o-velho

Assim sendo aqui vai a correcção das contas da FPR:

fpr2

3 Responses to “Dívidas à FPR ou dívidas da FPR?”


  1. 1 pbv 16/04/2012 às 21:36

    Federação de Remo devia 100 mil euros à empresa que arrestou bens
    Por Redacção , com Lusa
    0
    Facebook3Uma dívida de cerca de 100 mil euros levou a empresa de transportes Moisés Correia de Oliveira a agir judicialmente contra a Federação Portuguesa de Remo (FPR), que culminou na quarta-feira com o arresto de bens daquele organismo.

    A firma, sediada em Montemor-o-Velho, foi responsável pelo transporte de cerca de 800 atletas e dirigentes das 34 delegações presentes no Campeonato da Europa de Remo, que ali decorreu em Setembro de 2010, altura em que assinou um contrato com a FPR para prestação daquele serviço.

    “Assinámos um contrato com o presidente da FPR [Rascão Marques], deu-nos uma pequena caução inicial e, até hoje, não pagou mais nada. Prestámos um serviço há um ano e meio e queremos receber o dinheiro”, diz Albertino Reis e Sousa, administrador da Moisés Correia de Oliveira.

    A dívida deveria ter sido ressarcida 30 dias após a competição, mas, daí para a frente, os contactos entre a empresa e o presidente federativo resultaram infrutíferos.

    “Como não pagavam, queríamos falar com ele mas não o conseguíamos contactar. Ou não atendia os telefones ou estava sempre para fora”, revelou Albertino Sousa.

    Foi então intentada uma acção judicial contra a FPR e o tribunal “deu razão” à empresa. Acto contínuo, deu entrada na Justiça uma acção executiva que culminou com o arresto de bens “móveis” do edifício da entidade federativa, situado na Doca de Santo Amaro, em Alcântara (Lisboa).

    Levaram tudo da sede
    Albertino Sousa revelou que o arresto incidiu sobre a quase totalidade dos equipamentos da sede federativa, como computadores e mobiliário diverso, mas deixou de fora embarcações e remos.

    “Só ficou o mínimo indispensável para funcionarem. Um computador, uma mesa e uma cadeira, para poderem atender o telefone”, explicou.

    Sobre o serviço prestado à FPR disse que incluiu deslocações a Lisboa e Porto “para ir buscar atletas” aos aeroportos e transportes em autocarro entre a pista de remo de Montemor-o-Velho, Coimbra e Figueira da Foz, nos treinos e durante a competição.

    “Chegaram a andar, por dia, 24 ou 25 autocarros de um lado para o outro. O nosso serviço até foi elogiado pela federação internacional”, afirmou.

    Para prestar o serviço a empresa designou um coordenador e chegou a subalugar autocarros a outras firmas, cujo aluguer já pagou, bem como o IVA devido ao Estado.

    “O campeonato era uma coisa muito importante para esta região, num sector como o nosso em que trabalhamos com margens [de lucro] muito esmagadas. Confiámos numa entidade de utilidade pública mas continuamos à espera que paguem o que nos devem”, desabafou.

    O presidente federativo, Rascão Marques, admitiu na quinta-feira que a FPR foi alvo de “um pequeno arresto de bens” mas que o mesmo não impede o “normal funcionamento” da federação.

    O dirigente disse que dívidas do Estado e da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho motivaram a situação, afirmações recusadas pelo autarca Luís Leal que negou qualquer dívida à FPR e apelidou Rascão Marques de “mentiroso compulsivo”.

    Estado garante que pagou à federação
    Também o secretário de Estado do Desporto e Juventude (SEJD), Alexandre Mestre, garantiu que todos os compromissos do Estado com a FPR foram “assumidos e pagos”.

    Alexandre Mestre afirmou, esta quinta-feira, que o apoio de 50% por parte do Instituto do Desporto de Portugal (IDP) à FPR para a organização dos Campeonatos Europeus de Remo2010, em Montemor-o-Velho, no valor de “cerca de 520 mil euros, do contrato-programa e sua adenda, está saldado” e que, desde a tomada de posse dos actuais responsáveis pela SEJD e do IDP, foram “já transferidos pouco mais de 450 mil euros de outros contratos-programas com a FPR que nada têm a ver com aquele evento”.

    O presidente do Sport Clube do Porto, Paulo Barros Vale, anunciou que o clube, um dos sócios fundadores da FPR, vai participar ao Ministério Público (MP) “um conjunto de factos e suspeitas graves, que podem tipificar um conjunto de delitos” e acusou o presidente da FPR, Rascão Marques, de estar ilegitimamente em funções, além de pedir a insolvência da instituição.

    Porém, o SEJD garantiu que “houve conformação total da FPR com o novo regime jurídico das federações desportivas, segundo os serviços jurídicos do IDP, tendo sido corretamente adotados tanto o regulamento eleitoral e como os estatutos”.

    “Não temos conhecimento de qualquer Assembleia-Geral eleitoral que tenha decorrido de forma anómala”, afirmou Alexandre Mestre, que vai receber representantes do Sport Clube do Porto a 19 de Abril, depois de os seus dirigentes terem pedido uma audiência

  2. 2 ATENTO 24/04/2012 às 18:33

    Atento o que disse o sr. Alexandre Mestre, que já foram pagos no final de 2011 e em 2012 450 mil euros à FPR devido aos contratos programa posteriores, fazendo a conta de 25% de retenção para as dividas em cobrança pelo Fisco, dará cerca de 112 mil euros e daí o NQL ter dito que não havia dividas ao estado.
    Agora eu pergunto, quem ou qual foi a parte inscrita nos contratos que ficou sem o dinheiro? Os técnicos? os clubes? os arbitros?
    Responda quem souber, que eu dou um rebuçado a quem adivinhar.

    Boas remadas

    Abraços e beijinhos

  3. 3 Paulo Barros Vale 25/04/2012 às 10:58

    Acontece que os serviços juridicos do IPJ não viram bem que o regulamento eleitoral incumpre normas obrigatórias dos estatutos.
    Sucede ainda que o IPJ e a PGR esqueceram de ver o que aconteceu depois da “aprovação” desses normativos, que foi o seu completo incumprimento. É claro que esses serviços do nosso Estado, não podem ter agentes permanentes em todas as instituições que têm competencia para fiscalizar. Compete aos cidadãos identificar os ilicitos e comunicá-los sempre que os identificam. Foi o que fiz, qd encontrei
    as enormidades que em mais de 30 anos de vida civica, nunca tinha imaginado existirem…


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