As penhoras da discórdia

A concorrência é fundamental para a evolução da sociedade e da sua qualidade de vida, das organizações, da vida em geral. Deve ser por fomentar este princípio que a nossa Equipa Nacional tem tão bons resultados.
Ora, o mundo dos blogs não é excepção. O ciberespaço do remo ficou mais rico com o surgimento de correntes de opinião, versadas na rede sob a forma de blogs ou portais. A pesquisa é fácil, os conteúdos andam sempre no mesmo: o elogio ao grande trabalho do NQL, que consegue dever mais dinheiro que o que recebe anualmente do Estado Português. Talvez devesse fazer o que prega às Associações Regionais e procurar uns patrocínios que se vissem.
Mas estamos a dispersar. Serve o intróito para agradecer o trabalho da “concorrência“, que por dificuldades técnicas resolveu oferecer ao anatomia mais uma bomba de fragmentação.
Se bem se recordam, o NQL informou a AG que a FPR não era alvo de acções por falta de pagamento. Disse até que era uma injustiça dizer que a FPR tinha problemas com a Justiça. Ora, há que fazer justiça aos injustiçados. Por isso aqui fica mais um calote que já anda nos corredores dos tribunais – temos mais uns quantos, mas não queremos provocar um AVC ao NQL, isto tem de ser aos poucos. Além disso sempre vai dando para mais uns dias de posts, para ver se chegamos às 100.000 visitas antes da FPR fechar as portas.
Já agora, parece que o NQL não sabia destas acções porque faltou a tinta da impressora para enviar a notificação do tribunal. Ou acham que era homem para faltar à verdade na AG?

FPR3

3 Responses to “As penhoras da discórdia”


  1. 1 Homem do Norte 28/04/2011 às 10:15

    Este tipo não tem nenhuma cerdibilidade.

    Para alé de trafulha é um mentiroso compulsivo.

    Como é possível os clubes associados se manterem passivamente a olhar para o desmoronar da sua Federação?

    Mesmo que acreditasse em milgres – que não acredito – não heveria milagre que salve a situação.

    Mais 99 mil euros de execuções a somar às outras. No fim, para além das dívidas executadas, as custas judiciais, os honorários dos advogados e os juros de mora vão atirar para valores astronómicos.

    Será que as pessoas realizam de facto a gravidade da situação?

    Senhores, acordem!

  2. 2 Nortenho 28/04/2011 às 16:51

    Só resta uma solução. A INSOLVÊNCIA.

    Quem vai querer assumir uma Federação carregada de divídas…

    A economia nacional está de rastos, o Pais de tanga. Com o estado não pudemos contar. Por certo que não irá assumir tamanha divida.

    Onde se vai conseguir um patrocinio que cubra tamanho défice???

    Definitivamente mais vale deixar desmoronar esta Federação e arrancar com um novo projecto.

    Já é tarde, muito tarde paa acordar…

    Abraço


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