Alzheimer II – Direito de Antena

Acabado de chegar à nossa caixa de e-mail, reencaminhado por mão amiga.

A palavra aos protagonistas. Neste caso um dos árbitros que trocou um dia com a família pela colaboração com a modalidade, com a recompensa que se sabe:

Boa tarde camaradas e amigos.

No seguimento do Oficio 57/11 que recebi esta semana, já comuniquei à FPR a minha indisponibilidade para arbitrar qualquer regata de remo.

Acho inadmissível e uma grave ofensa.

No entender da FPR seria melhor não se ter realizado a regata. Penso que nem sequer reflectiram nas razões que levaram 4 dos 7 árbitros a faltar à convocatória. Se calhar alguns teriam motivos financeiros. Agora então ainda pior.

A função de arbitro não é remunerada, sendo o único abono as despesas de deslocação. Mas a partir desse ofício nunca se sabe quando a Federação pode inventar uma qualquer desculpa para não pagar.

Ficar à espera de pagamento um ano é mau, muito mau, receber uma comunicação a dizer que não vamos receber sequer é pior.

No caso foram “apenas” 300Km. Mas imaginando que me tinha deslocado a Caldas de Aregos, seriam 870Km + alojamento + refeições, que teriam saído do meu bolso a fundo perdido.

É um risco que não estou disposto a correr.

Como já tinha dito não ando aqui pelo dinheiro, mas não sou financiador da Federação.

Claro que esta posição teria mais impacto se estivessemos todos do mesmo lado.
Mas cada um sabe de sim. A minha posição é esta.
Façam o que considerarem melhor, para vocês e para a modalidade.

Não possuo o endereço electronico de todos os arbitros por isso usei apenas os presentes na convocatoria para o nacional de fundo.
Se Alguém se sentir indignado e quiser passar a informação a outros agradeço que o faça.

Felicidades para todos.

(e-mail devidamente assinado)

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3 Responses to “Alzheimer II – Direito de Antena”


  1. 1 Anónimo 31/01/2011 às 17:52

    Mais uma pérola do NQL. A pergunta a fazer é: Será que todas as provas em que participaram o Rui Faria e a Cristina Cavaco são alvo de pedido de anulação (não reconhecimento) por parte dos clubes por não cumprirem o disposto nos regulamentos (incompatibilidades) e no DL?

  2. 2 Homem do Norte 02/02/2011 às 14:41

    Claro que não!

    Aí as regras não se aplicam ou encontra-se sempre uma fórmula contorcionista para as contornar.

    A Regra transformou-se em discricionaridade nesta REPUBLICA DAS BANANAS em que se transformou a Federação Portuguesa de Remo. E assim é porque uns, por acção, fizeram para que assim seja e outros, por omissão, deixaram.

    Francamente já não entendo sequer como é que aquela mentesinha ainda acha que é lider do que quer que seja. O homem perdeu o pé de vez. Não falatará muito para o afogamento. E nem “votos de confiança” lhe vão valer. Daqui por diante vai ser só derrocada, senão deixem que venham aí as eleições legislativas antecipadas e verão!

  3. 3 Esprito 02/02/2011 às 17:06

    Um ditador nunca admitirá a sua culpa.
    O remo pode morrer que aquela “criatura” arranjará maneira de passar a reponsabilidade para os árbitros ou os clubes.

    Mas com uma perola dessas depois admirem-se se não aparecerem árbitros no Nacional de Fundo.
    É um “passarinho” disse-me que alguns não vão aparecer…


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