Invenção europeia

A FPR enviou um mail aos clubes federados a solicitar um inventário dos seus equipamentos de remo. O e-mail, assinado por um tal de Francisco Horta (será mais um funcionário? Não pertence aos orgãos sociais, pelo menos), reza o seguinte:

“Conforme descrito nos documentos apresentados em anexo, pretendemos realizar um inventário a todos os clubes para determinarmos a realidade que cada um de vós atravessa. Desta forma, seguem os referidos documentos em anexo que serão as ferramentas base para o efeito. Pede-se então a colaboração de todos no preenchimento do inventário que pretendemos realizar.
Os dados obtidos serão tratados com a máxima confidencialidade e consideração, não vindo a tornar-se públicos.”

Dr. Jekyll diz que se pretende ter uma ideia do parque nacional de barcos de remo, que isso pode ser importante para apresentar a patocinadores. Mr. Hyde acha que é para enviar para a FISA, para que os clubes que vêm ao Europeu possam alugar barcos localmente. E recorda o tempo em que a FPR contribuia para esse inventário, com o PAAR e PAAC, que permitiu a muitos clubes adquirirem barcos de treino e competição, remos e ergómetros comparticipados pelo Estado em 25/30% e a pagar em 12 meses. Suspira com saudade por esses tempos de bonança, em que o orçamento da FPR era mais baixo mas o apoio aos clubes era bem mais elevado…

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5 Responses to “Invenção europeia”


  1. 1 Centrista 30/11/2009 às 10:13

    PIDESCO!!!!

  2. 2 Jorge Nascimento 30/11/2009 às 13:03

    A surpresa que este ilustre desconhecido, supostamente da FPR, que isto de inquéritos requer uma identificação completa e reconhecida, como dizia, a surpresa que esta personagem irá ter quando descobrir que entre os filiados na FPRemo, destaco Remo, apenas 1/3 deles dispõe de embarcações para a pratica da modalidade,cerca de mais 1/3,alem dos atrás referidos, têm uns “zingarelhos” com umas ventoinhas que servem para complementar o treino de água, e os restantes, não sabem nem conhecem o que é isso de remo.
    Mais, irá cair com o dito cujo no chão, quando descobrir que os 2/3 que só têm “zingarelhos” ou não sabem nem conhecem o que é isso de remo, são quem comanda os destinos do 1/3 que tem embarcações e se dedica ao remo olimpico. Como diria o conflito de personalidades dos nossos dissecadores, está tudo muito bem, as maiorias decidem pelas minorias. Infelizmente para o remo, está tudo mal.

  3. 3 Heráclito Guimarães 30/11/2009 às 20:43

    Como não é bom ser como os mais fracos e saber dar a oportunidade para que esses se prepararem, há que dizer:
    “Não existem ideias prematuras, existem momentos oportunos pelos quais é preciso saber esperar.”
    Jean Monnet

    Pois não esperem muito mais meus senhores, porque ao julgar fazer os outros de tolos, há quem cave a sua própria sepultura.

    Se não têm vergonha, há que fazê-los ter e se julgam que fazem as pessoas de tolas, há que abrir os olhos àqueles que até agora têm andado com vendas, forçadamente e sem o saber.

  4. 4 Nortenho 01/12/2009 às 8:52

    Caro Heráclito,

    Apesar de…
    Não concordo com o último parágrafo.
    Na óptica do pensamento de que nunca se deve desistir é minha opinião que uma larga maioria dos dirigentes já tentou por diversas vezes a mudança não o tendo conseguido (vai dai viraram a cara à luta e dedicaram-se aos seus clubes). Vários motivos podem ser colocados em cima da mesa…
    – Talvez não o tenham feito da melhor forma? Talvez não tenha sido concebido um bom projecto? Talvez ainda não tenha aparecido um indivíduo com verdadeira capacidade de liderança? Enfim… um rol de hipóteses se pode colocar para o enorme insucesso até à data verificado.
    O remo está partido, esfrangalhado. Daqui a pouco, pouco ou nada se aproveita desta bela modalidade (a nível Federativo, pois penso que os clubes estão de volta com grande dinâmica).
    Quanto ao abrir os olhos a quem têm andado forçadamente com vendas sem sequer o saber, então ai é que a porca torce o ramo. Dava pano para mangas e artigos de opinião e contra-opinião com direito a dissecação. E isto porquê? Porque não acredito que determinadas atitudes, de determinados dirigentes com responsabilidades no remo nacional sejam tomadas levianamente??? Muitas das decisões até hoje tomadas têm-no sido feita em prol do umbigo dos clubes e não numa perspectiva de evolução do remo nacional.

    Está em disscusão mais um lançamento do NQL “os famosos contratos destinados a atletas e clubes”. Até ao momento penso que ainda não foi criado nenhum fórum que permita discutir estes dois documentos.
    MERECEM UMA BELA DISSECAÇÃO.

    E por aqui fico para que este artigo de opinião não se torne mais maçador, chato…

    Abraço

  5. 5 EUROPEU 11/01/2010 às 22:51

    Parece que é filho de outra funcionária, ou então, a senhora que também já envia cartas e mails, é mãe do funcionário. Complicado não é?


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