Parece que a FPR revogou circulares de anos anteriores que permitiam o apoio às regatas regionais organizadas pelas AR’s e às regatas internacionais organizadas por clubes e AR’s.
Dr. Jekyll diz que faz parte do processo de redução das “gorduras” da FPR. Mr. Hyde concorda, diz que a FPR deve diminuir as gorduras até gastar menos que a FP Canoagem, que com pouco mais de metade do dinheiro conquista 10 vezes mais medalhas internacionais.
Dr. Jekyll diz que clubes e AR’s devem procurar fontes de financiamento alternativas. Mr. Hyde concorda e diz que a FPR devia fazer o mesmo, talvez assim não tivesse de acabar de vez com as AR’s que ela própria criou para desenvolver o remo nas diferentes regiões.
Dr. Jekyll diz que o futuro é radioso, que esta gestão federativa está a trazer grandes dividendos à modalidade, que até tem 2 equipas apuradas para Londres. Mr. Hyde apraz-se com o apuramento olímpico, mas lamenta que outros bons atletas fiquem de fora dos lugares de destaque nas regatas em que participam. Acrescenta que talvez não fosse pior pedir a receita aos medalhados de bronze do Europeu, que sem querer vão “safando” o NQL de maiores calafrios junto das autoridades desportivas nacionais a quem devíamos apresentar serviço…
Cortes só mesmo na componenete desportiva. Primeiro foram os subsídios (que de qualquer forma já não são pagos há dois anos), agora são os apoios à organização de regatas pelos clubes e associações.
Nos custos de funcionamento o forrobodó continua.
Não acreditam? Então vejam as contas de FPR e vejam quanto gastaram na administração do Remo em 2010:
Administração = 76% do total dos custos
Sendo:
Custos com o pessoal 213.719,00 € 12%
Deslocações 683.598,00 € 38%
Honorários 113.357,00 € 6%
Trabalhos especializados 234.869,14 € 13%
Promoção e Imagem 124.645,00 € 7%
Ou seja, só 24% dos 1.797.000 euros de custos é que foram para o desporto propriamente dito.
Aposto que haverá pouca federações desportiva come esta estrutura de custos. Mas a verdade é que o Conselho Fiscal não poupou enaltecimentos à Direcção.
Palavras há muitas, mas os números não enganam. A não ser que queiramos ser enganados, ou nos der jeito, claro está!
estamos a falar de quanto? Será alguma coisa semelhante ao “salário” do presidente?
Os salários do presidente do tempo em que esteve requisitado ao Ministério das Finanças e que não pagou foram 80.000 euros, mais coisa menos coisa , São estes salários não restituidos aos Estado que se transformaram na penhora que a Fazenda Pública moveu à federação (incluindo jureos de mora). A tal que ele, mentindo com todos os dentes (mesmo os da placa) afirmou não existir em plena AG.
Afinal há mais “albertos joãos jardins”.