Revogação

Parece que a FPR revogou circulares de anos anteriores que permitiam o apoio às regatas regionais organizadas pelas AR’s e às regatas internacionais organizadas por clubes e AR’s.
Dr. Jekyll diz que faz parte do processo de redução das “gorduras” da FPR. Mr. Hyde concorda, diz que a FPR deve diminuir as gorduras até gastar menos que a FP Canoagem, que com pouco mais de metade do dinheiro conquista 10 vezes mais medalhas internacionais.
Dr. Jekyll diz que clubes e AR’s devem procurar fontes de financiamento alternativas. Mr. Hyde concorda e diz que a FPR devia fazer o mesmo, talvez assim não tivesse de acabar de vez com as AR’s que ela própria criou para desenvolver o remo nas diferentes regiões.
Dr. Jekyll diz que o futuro é radioso, que esta gestão federativa está a trazer grandes dividendos à modalidade, que até tem 2 equipas apuradas para Londres. Mr. Hyde apraz-se com o apuramento olímpico, mas lamenta que outros bons atletas fiquem de fora dos lugares de destaque nas regatas em que participam. Acrescenta que talvez não fosse pior pedir a receita aos medalhados de bronze do Europeu, que sem querer vão “safando” o NQL de maiores calafrios junto das autoridades desportivas nacionais a quem devíamos apresentar serviço…

3 Respostas to “Revogação”


  1. 1 Homem do Norte 28/09/2011 ás 9:48

    Cortes só mesmo na componenete desportiva. Primeiro foram os subsídios (que de qualquer forma já não são pagos há dois anos), agora são os apoios à organização de regatas pelos clubes e associações.

    Nos custos de funcionamento o forrobodó continua.

    Não acreditam? Então vejam as contas de FPR e vejam quanto gastaram na administração do Remo em 2010:

    Administração = 76% do total dos custos

    Sendo:

    Custos com o pessoal 213.719,00 € 12%
    Deslocações 683.598,00 € 38%
    Honorários 113.357,00 € 6%
    Trabalhos especializados 234.869,14 € 13%
    Promoção e Imagem 124.645,00 € 7%

    Ou seja, só 24% dos 1.797.000 euros de custos é que foram para o desporto propriamente dito.

    Aposto que haverá pouca federações desportiva come esta estrutura de custos. Mas a verdade é que o Conselho Fiscal não poupou enaltecimentos à Direcção.

    Palavras há muitas, mas os números não enganam. A não ser que queiramos ser enganados, ou nos der jeito, claro está!

  2. 2 APARADO 07/10/2011 ás 17:36

    estamos a falar de quanto? Será alguma coisa semelhante ao “salário” do presidente?

  3. 3 Homem do Norte 11/10/2011 ás 12:33

    Os salários do presidente do tempo em que esteve requisitado ao Ministério das Finanças e que não pagou foram 80.000 euros, mais coisa menos coisa , São estes salários não restituidos aos Estado que se transformaram na penhora que a Fazenda Pública moveu à federação (incluindo jureos de mora). A tal que ele, mentindo com todos os dentes (mesmo os da placa) afirmou não existir em plena AG.

    Afinal há mais “albertos joãos jardins”.


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