Insolvência a pedido

Muito se tem falado da insolvência da FPR. Pois a dupla Coito & Carpinteiro, sócios da empresa (pesquisar PAX no Distrito de Lisboa, concelho de Cascais) que fez a segurança do Europeu – não fosse algum terrorista com colete armadilhado rebentar com o remo português… – não esteve de meias: enquanto um tenta lixar a FPR com F, o outro quer cortar a entidade que tutela o remo português aos pedacinhos.
Dr. Jekyll & Mr. Hyde, sempre atentos às novidades que chegam à internet, tomaram conhecimento do pedido de insolvência que deu entrada no Tribunal de Comércio de Lisboa.
Dr. Jekyll diz que é só para criar pressão, tal como ouviu dizer na AG da FPR há 3 semanas. Mr. Hyde diz que se calhar os senhores preferem receber o que lhes devem, ao contrário dos clubes.
Dr. Jekyll diz que não é isto que vai parar o remo português. Mr. Hyde concorda e até propõe que se reforce o voto de confiança ao NQL na próxima AG: devemos estar sempre do lado dos pequeninos contra esses mauzões dos empresários sem escrúpulos que estão ao serviço da oposição contra a “mais qualidade na continuidade”…

insolvencia

5 Respostas to “Insolvência a pedido”


  1. 1 NQL 29/04/2011 ás 9:55

    isso é montagem no Paint.

  2. 3 Homem do Norte 29/04/2011 ás 17:28

    Et voila!

    Afinal os tipos lá devem ter achado que o NQL não se assustou com a “pressão” e vai daí, meteram mesmo o pedido de insolvência contra a FPR.

    É o “canto do cisne”.

    Agora senhores dirigentes dos associados da FPR, o que tencionam fazer?

    O António Rascão Marques ficará na história do remo nacional como aquele que o arrasou; os dirigentes dos clubes, associações e afins, salvo honrosas e conhecidas excepções, ficarão na história por terem deixado e, em muitos casos, pactuado.

    Esta trista história só podia mesmo ter este epílogo.

    Será que as eventuais pequenas vantagens obtidas por uns e por outros valeram mesmo isto?

    Durmam bem com a vossa consciência. Se é que ainda a têm.

  3. 4 Homem do Norte 29/04/2011 ás 17:35

    E, já agora, uma achega.

    Perante este pedido de declaração de insolvência, o activo (o que ainda existe e possa traduzir-se nalgum valor efectivo)não chegará para a liquidação de todas as dívidas. Recorda-se que elas são na ordem do 1.030.000 de euros e o activo anda à volta de 490.000 euros, sendo que, ainda por cima, duzentos e tal mil euros são dívidas de terceiros que, sabe-se lá, alguma vez serão recebidas.

    O resto são barcos e remos usados, motores velhos e computadores obsoletos, para além de um mobiliário para a sucata.

    Portanto, agências de viagens, hotéis, transportadoras, seguradoras, jurístas, técnicos, clubes, associações, atletas e sei lá mais, é bom que se perfilem e se preparem para se atirarem ao que poderá sobrar, para não ficarem a ver navios.

  4. 5 Amorim Santos 30/04/2011 ás 14:31

    Amigos
    Infelizmente quando no primeiro mandato do Rascão e eu era membro do Conselho Fiscal alertei para o facto de se caminhar para o abismo, de tal forma se estão lembrados na ultima aprovação de contas o Conselho fiscal conseguiu reunir em 5 minutos para que eu não estivesse presente para assim puderem aprovem as contas sem a minha posição de contactar que as mesmas não estavam certas.
    Por isso durmo descansado! pois em devido tempo alertei para o descalabro, e por tal fui excomungado que nem como arbitro me foi renovada a licença pois o Presidente omnipotente deu ordem ao Conselho de Arbitragem fantasma! pois só existe no papel no restante é o presidente Rascão a tudo dar ordens.
    Até sempre e se gostam do remo ponham fim a esta vergonha
    Amorim Santos


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